A CES está ao rubro como sempre, com as marcas a apresentarem as suas propostas mais inovadoras, com as quais vão tentar revolucionar os seus nichos de mercado nos próximos tempos.
Faz lembrar um pouco as linhas introduzidas já por outras marcas como a BMW e a Mercedes nos seus projetos de âmbito “visionário”.
A ideia basilar deste protótipo é o de oferecer uma experiência de utilizador imersiva e enérgica – principalmente graças ao seu sistema integrado de inteligência artificial – antecipando as necessidades dos passageiros, melhorar as suas rotinas diárias ou, como afirma a Toyota, “inspirar a sua imaginação”.
“Na Toyota, reconhecemos que a questão mais importante não é a de saber se os futuros veículos estarão equipados com tecnologias automatizadas ou ligadas”, afirmou o vice-presidente sénior das operações automotivas da Toyota, Bob Carter.
“É a experiência envolvente dos passageiros com esses veículos graças ao Concept-i e ao poder da inteligência artificial“, conclui.
A empresa afirma ainda que o centro nevrálgico do Concept-i é o seu poderoso sistema de Inteligência Artificial (IA) que aprende com o condutor, e que é capaz de construir uma relação “significativa e humana”.
Em vez de apenas oferecer padrões e horários de condução, o sistema pode alavancar várias tecnologias para medir as emoções do condutor e assim permitir uma condução mais próxima das suas expetativas.
O Concept-i, que se pode tornar autónomo se assim for a vontade do condutor, encerra uma nova abordagem da Toyota ao design: feita de dentro para fora – a partir da interface do utilizador que é basicamente o agente IA apelidado ‘Yui’.
O Yui é basicamente a “Siri da Toyota”, e tem a capacidade de utilizar a luz e som ambientes, e até mesmo tocar os ocupantes, para comunicar dados importantes aos passageiros.
Fontes: ZAP, Auto Monitor

