Aquela pasta verde com um tipo de picante peculiar, que não pica imediatamente na boca mas sobe até ao nariz como um fogo de artifício ou uma pastilha efervescente até te deixar os olhos em lágrimas. É uma sensação única e há quem adore! Eu sou um deles. hehe
Para além do wasabi servido nos restaurantes japoneses podes comprar por cá vários produtos com wasabi, como pó, pasta, amendoins cobertos e até gin!
No entanto, é possível que nunca tenha provado o VERDADEIRO wasabi.
Isto porque a Wasabia japonica, o verdadeiro wasabi, é o produto mais caro de cultivar em todo o mundo, e um dos mais difíceis. A temperamental planta semi aquática nativa dos rios do Japão central demora anos para poder ser colhida após ser plantada. Depois de moído, o wasabi verdadeiro perde o seu sabor em cerca de 15 minutos.
Na verdade o wasabi que usamos não tem nada a ver com o verdadeiro. O que comemos trata-se de Armoracia rusticana, rábano picante, uma planta bastante vulgar e fácil de plantar cujas raízes também podem ser trituradas para gerar um condimento picante. Junta-se ao rábano moído um pouco de mostarda e corante verde e… magia, tens uma pasta barata a que chamam wasabi! Para além de ser barata esta pasta preserva o seu sabor durante muito mais tempo, sendo mais fácil de usar na cozinha e mesmo vender no supermercado. Só é pena não ser wasabi.
Diz quem provou o verdadeiro wasabi que depois de o fazer é quase impossível voltar a gostar da cena falsa.
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No entanto, as multimilionárias marcas que vendem estas bebidas encontraram uma forma de combater o desagrado que se levantava contra elas: criaram versões light e mais tarde até versões zero, que conseguem eliminar praticamente o açúcar das bebidas substituindo-o por outros químicos.
Muitos ficaram contentes e voltaram aos refrigerantes, consumindo agora litros das novas versões zero. Surpresa das surpresas? Isto não é mais saudável, e começa a perceber-se o porquê.
Nada como beber água à refeição (e fora dela) no dia a dia. Em almoços e jantares mais especiais, porque não um copinho de vinho ou até uma cerveja? Fará certamente melhor do que refrigerantes.
Quanto mais simples melhor, e voltar às origens e aos produtos menos processados e com menos malabarismos químicos, só pode ser boa ideia.
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A verdade é que no final o que importa mesmo é o sabor e valor nutricional, mas na hora de escolher o aspeto também conta, e muito. Diz-se que “os olhos também comem” e as marcas sabem-no muito bem.
Assim, recorrem a táticas de puro ilusionismo para fazerem os seus produtos parecerem mais bonitos e apetitosos do que realmente são. Vê estes exemplos:
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A Sicilia, região autónoma de Itália mais conhecida pela Máfia do que por qualquer outra coisa, tem também uma espetacular beleza natural, povo simpático e boa comida!
Se houvesse dúvidas disso, ficariam automaticamente dissipadas ao veres estas imagens. É apenas uma banca de comida de rua, mas este chef da street prepara algumas das sandes mais apetitosas que alguma vez viste. WANT!!!!
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Pedimos a toda a malta vegan que não abra sequer este post. Quanto a nós, que salivamos com um bom bife, isto é uma perdição! QUE FOME!!!!
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Mais ainda, prometia fazê-lo dentro de um ano e meio. Agora a mesma estação avança que o chef britânico vai mesmo cumprir a promessa.
Segundo o que a RTP avançou o restaurante deverá abrir em Lisboa, no número 28 da Praça do Príncipe Real.
Deverá abrir em setembro ou outubro e será dedicado à comida italiana, da cadeia Jamie’s Italian.
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Igualmente estranho é que reparar que os “anos 20” já foram há quase 100 anos, e ficar a saber que nos “anos 30” a tarte de vinagre era uma cena popular.
Não é para defender a minha década, mas acho que destas todas escolhia a tarte dos anos 80. Looks yummy!
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Especialistas como a dietista Jessica Cording garantem que “na melhor das hipóteses, são um desperdício do seu dinheiro, e na pior, são perigosos”.
A nutricionista Karen Ansel destaca que estes chás são “só um truque” e explica que “o chá contém compostos como polifenóis e cafeína”, que podem acelerar ligeiramente o metabolismo, “mas este impulso não é suficiente para ter um impacto significativo sobre o peso corporal”. Se assim fosse, destaca, os seus fabricantes estariam mesmo muito ricos.
Além disso, os chamados chás de perda de peso geralmente contêm ingredientes adicionados que não têm os mesmo benefícios de promover a saúde como o chá puro e que podem não ser seguros, como vários estimulantes.
Quanto ao efeito detox que alguns chás prometem, Karen Ansel diz: “Qualquer chá que alega desintoxicar o seu sistema é pura propaganda exagerada. O seu corpo tem o seu próprio sistema de desintoxicação que funciona 24h sobre 24 horas durante sete dias por semana” – nomeadamente o fígado e os rins.
“Estes chás podem fazê-lo ir à casa de banho com mais frequência, dando-lhe a ilusão de que se está a desintoxicar.” Alguns podem até dar-lhe a ilusão de que está a perder peso, pois contêm laxantes, mas os especialistas destacam que usar laxantes não é um método inteligente de emagrecer – até porque acabará por ficar desidratado pela água, e não gordura, que perdeu.
Infusões comuns com chá verde dizem queimar gordura, enquanto alguns chás de rooibos alegam reduzir o apetite. As especialistas destacam que apesar de alguns estudos terem encontrado uma ligação entre beber chá verde e a perda de peso, não há provas muito fortes de que esta ligação seja diretamente causal.
Quanto ao chá reduzir o apetite, explicam que ao providenciar fluidos sem calorias os chás – tal como a água – poderão fazer com que coma de forma mais consciente e tenha um pouco menos apetite. Mas basicamente podes beber água morna que é a mesma coisa.
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A ingestão de sementes como as de chia, abóbora, linhaça, girassol ou sésamo está a preocupar médicos e nutricionistas que têm recebido pacientes com problemas causados pelo consumo excessivo destes alimentos, que chegam ao mercado sem controlo de qualidade.
“São produtos vendidos em supermercados, em casas comerciais sem controlo de qualidade nenhuma, induzindo nas pessoas a ideia de que podem consumir à vontade, que é muito saudável, e que não desencadeia qualquer tipo de situação ou sintomas colaterais, mas isso não corresponde à verdade” – José Cotter, Presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
O médico adiantou que as sementes são utilizadas com o “objetivo principal de estimular o intestino”, havendo pessoas que as consomem “indiscriminadamente” e “excessivamente” para esse fim.
Este comportamento pode “originar sintomas de mal-estar”, como muita flatulência ou oclusão intestinal (nos casos mais graves) que levam as pessoas ao médico, quando “a solução do problema é reduzirem a sua ingestão”, advertiu.
E, segundo especialista, “é muito frequente” aparecerem nas consultas de gastroenterologia doentes com este tipo de sintomas.
Para evitar este risco, o consumo deve ser feito sob orientação médica, uma vez que estes alimentos estão contraindicados em doentes com determinadas patologias, como a doença de Crohn ou perturbações no tubo digestivo.
Para a bastonária da Ordem dos Nutricionista, Alexandra Bento, “o que pode ser verdadeiramente preocupante” é os consumidores acharem que “as sementes são a panaceia dos maus hábitos alimentares”.
As sementes sempre foram consumidas e fazem parte do “dia alimentar”, como a cevada, a aveia, o arroz ou o trigo, mas o que se está a verificar é que “há novas sementes”, como as de abóbora, quinoa, sésamo, trigo-sarraceno ou linhaça, que as pessoas acreditam terem “um valor nutricional acrescido” e consomem-nas em excesso, adiantou.
Alexandra Bento ressalvou que “as sementes são saudáveis” e “importantes para alimentação”, porque são ricas em fibras, vitaminas, minerais e outros fitoquímicos, mas não se pode é pensar que vão resolver os problemas alimentares.
“A alimentação saudável é aquela que se pauta pelo equilíbrio, pela variação e pela variedade de alimentos”, defendeu, alertando para os perigos das modas na alimentação.
O risco desta “nova moda” é a maneira como as sementes estão a ser ingeridas, disse Alexandra Bento, alertando: O consumo pode ser “perigoso e incorreto” se for feito “sem a diluição perfeita, sem a trituração necessária” e de forma exagerada”, só porque pensa que é “tremendamente saudável.
Por outro lado, defendeu, é preciso acautelar que sejam cumpridas as regras de controlo em termos da legislação.
Como normalmente “as sementes são consumidas cruas ou minimamente processadas”, é fundamental acautelar o processo industrial para “evitar a contaminação inicial ou durante o processo de armazenamento e distribuição das sementes”, um controlo “muito importante para que não haja risco de micotoxinas [substâncias químicas tóxicas produzidas por fungos].
Mas o consumidor também tem que ter cuidados em casa, como ver os prazos de validade, disse a bastonária, rematando: “as sementes podem estar no dia alimentar com conta peso e medida”.
Fonte: LUSA
]]>Estas peças de plástico servem para impedir que a parte de cima da caixa toque no centro da pizza e se cole ao molho ou ao queijo desta – arruinando a tua noite de pizza. Não é por nada mas este post está a dar-me uma fome desgraçada.
Sem esta peça é provável que a algum momento da entrega, a caixa abaulasse devido ao calor e às caixas estarem empilhadas e acabasse por provocar um cenário catasatrófico semelhante a este partilhado no Twitter.
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